-
Como aprender a conquistar os clientes
Publicado em 2 de Fevereiro de 2012 5 comentários
Eu, felizmente, tenho uma relação especial com os meus clientes. Aqueles que já não são meus clientes, compreendo já há algum tempo, foi porque não percebia como isto dos relacionamentos com os clientes funcionavam e como isso afectava o meu trabalho como Freelancer. Muitas vezes tinha imensas dificuldades em receber o meu dinheiro a título de honorários sobre serviços prestados e pensava mesmo que ser Freelancer em Portugal, para além das dificuldades na percepção da fiscalidade e da lei, era sobretudo um problema de mentalidade das pessoas. E esta era a minha desculpa.Mas tudo mudou na minha percepção.
-
Ser Freelancer em Portugal e ganhar dinheiro de maneira independente
Publicado em 25 de Janeiro de 2012 4 comentários
Hoje em dia fala-se muito em criar o seu próprio emprego, ter o seu próprio negócio e ser freelancer.Enquanto que estas 3 noções parecem ser associadas, o facto é que não são e existem fortes diferenças entre elas. O facto de não se perceber essas diferenças podem ditar a “morte do artista”, por assim dizer, e criar más experiências para quem as está a vivenciar.
Para além disso, a situação torna-se muito mais bicuda por estarmos neste país à beira-mar plantado, onde temos de dar provas que somos inocentes de algo – dado que não existe ónus da dúvida
– e onde a justiça para o comum mortal funciona a marcha à ré e um passo relevante em falso leva-nos a conhecer muito bem os caminhos dos tribunais ou coimas que colocam em causa a nossa própria sobrevivência.Dito isto, vamos assoprar as nuvens negras para longe e explanar as diferenças entre estas 3 situações.
-
Recibo Acto Isolado – Como passar um recibo sem abrir actividade
Publicado em 24 de Janeiro de 2012 10 comentários
Imaginemos que pode realizar um trabalho e receber um valor mas que o pagador necessita de um recibo desse valor, ou que deseja efectuar uma tarefa remunerada mas que é fora da sua actividade normal e, novamente, necessita de emitir um recibo desse valor.Recentemente tive uma oportunidade de obter um valor, ao qual me daria imenso jeito não abrir actividade dessa tarefa e descobri o recibo de acto isolado, que me trouxe imensas alegrias.
Caso nunca tivesse ouvido falar do acto isolado, era capaz de perder essa oportunidade!
-
A melhor maneira de começar o seu negócio!
Publicado em 28 de Dezembro de 2011 2 comentáriosEsqueça os planos de negócio, os investimentos iniciais, o escritório, o software e os empregados. Esqueça isso tudo. Só precisa de si. E começar…
Quando digo isto, a maioria das vezes toda a gente diz que sim. Mas há um ou outro iluminado que me pergunta: mas começar… como ?
-
Socorro! Estou sobrecarregado! Parte 1
Publicado em 4 de Fevereiro de 2011 Sem comentários
Há um conceito de programação chamada “feature creep” – quando um programador continua a adicionar funcionalidades sobre funcionalidades porque “seria porreiro” e ” e porque não? ” e “não é fixe ? ” e “alguns utilizadores pediram”. O resultado final é, na maior parte dos casos, um programa obeso que tenta fazer tudo mas acaba por não ser grande coisa – e “chupa” todos os recursos do sistema, rebenta, ou tem uma interface complicada.
Feature creep é algo terrível na programação e o seu conceito na vida real também é péssimo. Todos a temos nas nossas vidas e faz parte do mundo moderno onde vivemos. Ler o resto deste artigo » -
Recursos fotográficos: o pesadelo
Publicado em 29 de Junho de 2009 Sem comentários
Há pouco tempo fui noticiado para retirar de um site que tinha construído para um cliente, uma imagem que tinha utilizado da Internet. E a carta era bastante explícita sobre o que aconteceria se não o fizesse. Entre falar com o cliente e efectuar a dita alteração, foi extremamente complicado de gerir os tempos propostos pela carta e foi uma dor de cabeça durante alguns dias.A verdade é que encontrar recursos fotográficos baratos é extremamente complicado. A não ser que…
-
Erro #3 – Propostas mal executadas
Publicado em 20 de Maio de 2009 2 comentários
A melhor maneira de entrar num projecto a perder começa, sem dúvida, na elaboração de uma proposta mal executada.No ínicio da minha carreira de freelancer a full-time, tive a possibilidade de projectar um grande site de e-commerce, com apoios do fundo comunitário. Este projecto estava associado a uma outra empresa, detentora dos direitos. No entanto, a equipa de quem dependiam subitamente despediu-se e quiseram rapidamente alguém que ocupasse a posição.
Na conversa informal que foi tida na altura, eu faria uma proposta e apresentaria com base no pressuposto de acabar o projecto com algumas alterações mínimas que faltavam fazer.
Deste erro colossal vou destacar aqui as gaffes que fui efectuando e pelo qual não consegui com que este projecto desse o lucro que prometia.
-
Erro #2 – Não detectar negócios arriscados
Publicado em 17 de Maio de 2009 Sem comentários
Se há algo que me aborrece solenemente é trabalhar para aquecer. Já tenho tanta actividade onde gastar o meu tempo, porque raio irei eu de gastá-lo a trabalhar! Especialmente em algo que não é meu! Ainda pior se for para um cliente, pseudo-cliente ou afins.
Esta história aconteceu comigo e desaconselho a toda a gente freelancer, mesmo.
Ora estou a falar de chulices negócios muito arriscados. Eis o que aconteceu!
-
Erro #1 – O cliente sabe o que quer…
Publicado em 15 de Maio de 2009 2 comentáriosNão todos, mas alguns clientes gostam de pensar que sabem o que querem… E o que o cliente quer é sagrado! É para isso que precisa de nós. Para tornar realidade os seus desejos.

Bem, este foi um dos meus primeiros erros de principiante. Na altura o cliente necessitava de um site para registar eventos desportivos específicos. O problema foi especificar como queria definido o dito site. Sem uma definição perfeita, foi-se avançando e o cliente foi dizendo como queria, até chegar à ditosa e odiosa frase: Não é nada disto que eu queria. Como podem calcular, isto dita a sentença da satisfação do cliente.
Não querendo deixar as coisas na ar e sendo fiel ao compromisso, dois anos mais tarde o site foi dado como acabado. Nenhuma das partes estava satisfeita.



