Marcado com " carreira"

De modo a asse­gu­rar um ritmo con­tinuo de rendi­men­tos, todo o free­lancer, para além de ele tra­bal­har nos con­tac­tos que já pos­sui, ele deve procu­rar novos con­tac­tos para novas opor­tu­nidades de tra­balho. O Free­lancer con­segue fazê-lo explo­rando o mer­cado, fazendo prospecção, ou ele con­segue tam­bém perseguindo ‘leads’ (em por­tuguês, pis­tas) dos seus actu­ais contactos.

O con­ceito é sim­ples: se os seus clientes gostam do seu tra­balho, os con­tac­tos dos seus clientes não gostarão também ?

Mas há uma maneira de abor­dar estes novos con­tac­tos, que eu vou procu­rar explicar aqui.

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Hoje em dia fala-se muito em criar o seu próprio emprego, ter o seu próprio negó­cio e ser freelancer.

Enquanto que estas 3 noções pare­cem ser asso­ci­adas, o facto é que não são e exis­tem fortes difer­enças entre elas. O facto de não se perce­ber essas difer­enças podem ditar a “morte do artista”, por assim dizer, e criar más exper­iên­cias para quem as está a vivenciar.

Para além disso, a situ­ação torna-se muito mais bicuda por estar­mos neste país à beira-mar plan­tado, onde temos de dar provas que somos inocentes de algo — dado que não existe ónus da dúvida :( — e onde a justiça para o comum mor­tal fun­ciona a mar­cha à ré e um passo rel­e­vante em falso leva-nos a con­hecer muito bem os cam­in­hos dos tri­bunais ou coimas que colo­cam em causa a nossa própria sobrevivência.

Dito isto, vamos asso­prar as nuvens negras para longe e expla­nar as difer­enças entre estas 3 situações.

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Há algum tempo que me tenho debatido com 2 questões: como aumen­tar a minha pro­du­tivi­dade e como diminuir a minha carga horária de trabalho!

Durante muito tempo pen­sei que fosse encon­trando pes­soas que pro­duzis­sem o mesmo que eu e com a mesma moti­vação, o que é com­pli­cado pois a minha moti­vação não é a mesma dos out­ros a não ser que par­til­he­mos uma causa comum. Como a minha causa conc­reta é meter mais din­heiro no meu bolso, devem com­preen­der que não é uma causa apaixo­nante para out­ras pes­soas. Então a gestão dos colab­o­radores que de vez em quando encon­tro torna-se car­i­cata, mas uma con­versa recente com um grande amigo meu fez-me acred­i­tar que essa gestão prende-se mais com a própria gestão de expec­ta­ti­vas do que pro­pri­a­mente com as capaci­dades dos colab­o­radores. Con­tin­uar a ler… »


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