Basta...Se forem tipos bes­ti­ais como eu, e forem “o tipo dos com­puta­dores e dos sites web”, do pes­soal que fazer uma página web é “5 min­u­tos”, cer­ta­mente já tiveram na situ­ação de lhes serem pedido para fazer um site ou “desen­ras­car” alguma situ­ação. E o meu con­selho, que é o mel­hor con­selho, é o seguinte…

Parem para pen­sar. Em várias coisas. E eu vou ser cínico:

Pedir é fácil. Sem­pre foi, para um largo número de pes­soas. Assim, vejam quem vos pede. Quanto mais dis­tante, mais provável é de assim que fiz­erem o favor, é tchau e um queijo.

Analisem primeiro o que essa pes­soa pode fazer por vós. É cínico mas é ver­dade. Um favor prestado é um favor emprestado! Se o con­seguirem, cobrem-no logo. Se notarem que o favor é pedido de modo “a ver se pega”, e se quem pediu, sai com um prob­lema resolvido a custo zero, ou cobrem o serviço, ou é não directo. Não vale a pena, a não ser que não val­orizem o vosso tempo!

Se, entre­tanto, quis­erem fazer o favor, certifiquem-se que a pes­soa fica a saber real­mente o que custa efec­tuar o favor. Se for algo sim­ples, ou se a pes­soa vos é impor­tante, fazer o favor dá-vos algo, um sen­ti­mento de sat­is­fação. Caso a bal­ança pese pro neg­a­tivo, têm de sair com um proveito qualquer.Não!

Final­mente, o pior que pode acon­te­cer é um amigo vos pedir algo, cus­tar fazer e dar um grande tra­bal­hão, para depois, por não ter “cus­tado” nada a quem pediu, fazer descaso e verem o vosso esforço e o vosso tempo desperdiçado.

Antes que isso acon­teça, val­orizem o vosso tempo e digam Não. Inven­tem uma des­culpa plausível e sin­cera (e muito impor­tante, ver­dadeira) e escusem-se.

Porque, para além de muitas vezes faz­erem o favor que era tão urgente na altura, e se esforçarem por “desen­ras­car”, o vosso “amigo” vem pedir o triplo do favor depois, e chatear-se quando, nessa altura, se recusarem a fazer.

Poupem-se a tra­bal­hos, e poupem as vos­sas amizades.

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